Descobri que apesar de pensar que tenho uma aparência normal, facilmente
despercebido entre a multidão, afável, simpático, acima de tudo normal,
existe alguém que consegue ver em mim o meu lado mais Ole Gunnar Solskjær!
Cenário: uma estação de metro.
Argumento: um elemento do sexo feminino, nitidamente perdido e carente por alguém de confiança a quem perguntar informações.
Personagens: eu próprio e uma rapariga com um ligeiro sotaque do norte do país.
Enredo: Após passagem pelos dispositivos identificadores de titulo de transporte válido, eis que no átrio surge um rosto perdido em minha direcção suplicando por ajuda sobre para onde ir.
Eu pergunto, é para aí que quer ir? Então vamos descendo que curiosamente eu vou para o mesmo sitio, e lá em baixo é mais fácil mostrar no mapa as estações.
As acções corporais dela denotaram de imediato um instinto de sobrevivência, caminhou a meu lado mas sempre à procura de fuga ou de alguém que viesse em seu auxílio.
Chegados ao patamar onde se vai ou para um lado da linha ou para o outro, mostro-lhe qual deles o correcto para chegar ao seu e ao meu destino. Ela diz que que quando comprou o bilhete de ida e volta dizia que tinha que ir para a direita ao invés da esquerda para onde eu lhe apontava. Eu digo-lhe que ela podia ir mas depois voltaria para trás e iria na mesma passar ali, uma vez que a linha é recta e ou se vai para um lado ou para o outro!
Cenário: uma estação de metro.
Argumento: um elemento do sexo feminino, nitidamente perdido e carente por alguém de confiança a quem perguntar informações.
Personagens: eu próprio e uma rapariga com um ligeiro sotaque do norte do país.
Enredo: Após passagem pelos dispositivos identificadores de titulo de transporte válido, eis que no átrio surge um rosto perdido em minha direcção suplicando por ajuda sobre para onde ir.
Eu pergunto, é para aí que quer ir? Então vamos descendo que curiosamente eu vou para o mesmo sitio, e lá em baixo é mais fácil mostrar no mapa as estações.
As acções corporais dela denotaram de imediato um instinto de sobrevivência, caminhou a meu lado mas sempre à procura de fuga ou de alguém que viesse em seu auxílio.
Chegados ao patamar onde se vai ou para um lado da linha ou para o outro, mostro-lhe qual deles o correcto para chegar ao seu e ao meu destino. Ela diz que que quando comprou o bilhete de ida e volta dizia que tinha que ir para a direita ao invés da esquerda para onde eu lhe apontava. Eu digo-lhe que ela podia ir mas depois voltaria para trás e iria na mesma passar ali, uma vez que a linha é recta e ou se vai para um lado ou para o outro!
Ela desce as últimas escadas,
o metro chega de imediato, eu digo-lhe, não entra? Não está convencida? Ela com medo dá 2 passos
atrás e a porta fecha-se comigo no interior e ela nitidamente aliviada.
Quanto a mim fui para casa, despi o meu fato de pessoa fidedigna e
arrumei os plásticos e o conjunto de facas que tinha na sala, enquanto aguardo por novas oportunidade!